As Maiores Batalhas e Guerras da História - A Guerra dos Sete Anos

 

As Maiores Batalhas e Guerras da História

A Guerra dos Sete Anos

(1756-1763)

Tropas inglesas e prussianas durante a campanha contra a França e a Áustria.
 
Facções: Inglaterra, Prússia e Portugal (George II) x França, Áustria, Rússia, Espanha, Suécia e Império Mughal (Luís XV).

Forças: Desconhecidas.

Perdas: Desconhecidas.

Resultado: Vitória Inglesa-Prussiana-Portuguesa; França e Espanha são forçadas à entregar metade de suas colônias na América e na Ásia.

Local: Europa, América, África e Ásia.
Áreas Azuis (Inglaterra e Aliados); Áreas Vermelhas (França e Aliados); Cruzes Pretas (Campanhas Militares).
 
A Guerra: Em 1754, um pequeno incidente na América do Norte levaria boa parte do mundo conhecido para um conflito bem longo e sangrento conhecido como a Guerra dos Sete Anos.
 

Nesse ano, no Estado da Pensilvânia, um jovem George Washington cercou uma pequena tropa francesa que havia adentrado território inglês. Logo após o incidente, tanto a Inglaterra quanto a França despacharam um grande número de soldados para disputarem o controle total da América do Norte. Em 1755, os franceses. com a ajuda de nativos americanos, obtiveram uma grande vitória contra os ingleses e humilharam o genial general inglês Braddock.

Na Europa, as antigas alianças eram desfeitas e novas estabelecidas. França e Áustria, inimigas de longa data, se uniram. Essa troca de aliados entre as nações européias ficou conhecida como a Revolução Diplomática de 1756. Logo após a união francesa-austríaca, a Rússia decidiu se juntar com ambas.

Frederico II ou O Grande, líder da Prússia, a mais nova aliada da Inglaterra, venceu todas as batalhas na Europa contra a França e a Áustria. Essas vitórias transformaram a Prússia numa poderosa potência militar.

Aproveitando que Frederico estava contendo o exército francês na Europa, a Inglaterra reuniu sua poderosa marinha e iniciou vários ataques contra as colônias francesas pelo mundo. Mesmo obtendo várias vitórias navais contra os franceses, a campanha terrestre na América do Norte só piorava para os ingleses. Estes sofreram mais duas horríveis derrotas em Oswego (1756) e no Forte William Henry (1757) para as tropas francesas e os nativos que a apoiavam.

A situação só melhorou para os britânicos quando um novo primeiro-ministro assumiu o comando em 1757. Seu nome era William Pitt. Ele imediatamente enviou mais dinheiro para Frederico conter as tropas francesas na Europa, enquanto enviava mais tropas e navios para a América do Norte. Com a vinda desses novos reforços os britânicos obtiveram vitórias grandiosas e espetaculares em Quebec, Minden, Ticonderoga e na Baía de Quiberon. Conhecido como o ano das vitórias, 1759, foi também o ano em que a Inglaterra se tornaria um imenso e poderoso império mundial.

Em 1761, a Espanha se uniu a França, mas não mudou a situação dos franceses na Europa ou nas Américas. Logo, a Espanha se redimiu de ter se unido a França, pois acabou sendo humilhada em Cuba e nas Filipinas, ambas ocupadas pelos britâncos. Em 1763, ocorreu a Paz de Paris, onde a França foi forçada a entregar todo o seu lado canadense e a Índia (Império Mughal) para a Inglaterra. As únicas regiões canadenses que a França pode manter em seu poder eram duas pequenas ilhas pesqueiras em Newfoundland. Já a Prússia ganhou a Silésia da Rússia. No fim do conflito, França, Áustria e Rússia estavam desgastadas militarmente.
 

Curiosidades:

  •  A Guerra dos Sete Anos foi a primeira "guerra mundial" na História da Humanidade.
 
  • O filme americano "O Último dos Moicanos" é baseado na Batalha do Forte William Henry, uma das piores derrotas inglesas da guerra. Também mostra as diferentes tribos indígenas que lutaram ao lado da Inglaterra e da França pelo controle da América do Norte. Uma obra-prima. Recomendável.


  • O videogame "Assassin's Creed: Rogue" se passa durante toda a guerra na América do Norte e mostra os principais eventos que levaram a derrota da França e o domínio inglês nas tribos nativas. Muito bom mesmo.

  • O início do videogame "Assassin's Creed 3" mostra o incidente que levou ao conflito e suas consequências para a história principal do jogo.

Bibliografia:


As Maiores Batalhas e Guerras da História - A Guerra Guaranítica

 

As Maiores Batalhas e Guerras da História

A Guerra Guaranítica

(1754-1756)

Tropas luso-espanholas enfrentam guerreiros guaranis na região das Missões.
 
Facções: Impérios Português e Espanhol (Gomes Freire de Andrade Bobadela) x Guaranis Missionários (Sepé Tiaraju).

Forças: Desconhecidas.

Perdas: Desconhecidas.

Resultado: Vitória Luso-Espanhola; A região das Missões é anexada pela Espanha; Guaranis missionários e líderes jesuítas são massacrados.

Local: Missões (atual Tríplice Fronteira).

Área Verde (Missões); Área Azul (Império Português); Área Vermelha (Império Espanhol); Setas Azuis (Invasão Portuguesa); Setas Vermelhas (Invasão Espanhola); Cruzes Pretas (Batalhas).
 
A Guerra: Com a descoberta do Novo Mundo no século XV, portugueses e espanhóis começaram a disputar pelo controle dessas novas terras. Em 1494, ambos assinaram o Tratado de Tordesilhas que ajudou a demarcar as conquistas de ambos os impérios. Segundo o tratado boa parte do território brasileiro era da Espanha, mas Portugal não reconhecia.
 
Nos anos seguintes, como forma de combater a Reforma de Martinho Lutero, a Igreja Católica criou novas congregações religiosas para a ajudar a espalhar o catolicismo pelo resto do mundo. A Companhia de Jesus era uma dessas congregações, mas com treinamento militar adicional para seus membros. A Companhia enviou centenas de padres jesuítas para o Novo Mundo onde estabeleceram várias missões pelas colônias portuguesas e espanholas tendo como objetivo central converter os índias à fé católica e facilitar a conquista desses novos territórios para os europeus.
 
No século XVIII, os portugueses expandiram ainda mais suas terras para dentro de territórios considerados dos espanhóis, no sul do Brasil. Para impedir um novo conflito, em 1750, foi assinado o Tratado de Madri que delimitava novas fronteiras entre os impérios. O principal acordo do tratado era a entrega da região das Missões (Espanha) para Portugal, enquanto Sacramento (Portugal) era entregue para a Espanha. Porém, nem os jesuítas e nem os índios guaranis aceitaram tal decisão e decidiram pegar em armas para defender o que era deles de direito.
 
Em 1753, todos os guaranis que habitavam as Missões se posicionaram nas fronteiras das colônias européias para impedir a anexação de suas terras. Em 1754, teve início a guerra quando tropas portuguesas e espanholas invadiram as Missões e enfrentaram uma poderosa resistência de milhares de guerreiros guaranis liderados pelo líder jesuíta Sepé Tiaraju. Os espanhóis invadiram pelo sul, enquanto os portugueses invadiram pelo norte. As forças luso-espanholas eram comandadas pelo general português Gomes Freire. Depois de uma árdua marcha pelos pântanos da região, em 1755, espanhóis e portugueses se encontraram no Rio Jacuí e isolaram um grande número de guaranis no sul das Missões. Em 1756, as forças luso-espanholas alcançaram Sete Passos, capital da província, e adentraram a vila onde mataram os últimos guerreiros guaranis e seu líder, Sepé Tiaraju. Assim a guerra acabava.
 
Mesmo com o fim do conflito, o problema nas fronteiras continuou. Em 1761, os jesuítas de Sacramento não gostaram do Tratado de Madri e este acabou sendo anulado para evitar um novo conflito armado na região. Na Europa, os jesuítas foram culpados de terem provocado a Guerra Guaranítica contra os reinos europeus. A Igreja foi forçada a dissolver a Companhia de Jesus e em 1768, os últimos jesuítas eram expulsos da América. Sem a presença dos jesuítas, os guaranis começaram a integrar-se ainda mais na sociedade brasileira, argentina e paraguaia para sobreviverem.
 
 

Curiosidades:

  • O filme inglês "A Missão" mostra bem no final uma parte da Guerra Guaranítica e como os luso-espanhóis massacraram os despreparados índios guaranis e seus aliados jesuítas.
 
 

Bibliografia:




Terror no Espaço - Alien vs Predador: Requiem

 

Terror no Espaço

Alien vs Predador: Requiem

Até mesmo no Natal esses dois se pegam na porrada!
 

História:

Alien vs Predador: Requiem (AVPR) é um filme americano de 2007 e continuação do bem sucedido Alien vs Predador de 2004. Dirigido pela primeira (e única vez, eu espero) pelos irmãos Strause, AVPR foi o pior filme já feito pela 20th Century Fox em toda a franquia Alien e Predador. Por causa desse desastre na crítica e na bilheteria, a Fox abandonaria por muitos anos a saga AVP e retornaria com as sagas individuais das criaturas mais perigosas da galáxia.
 
A história se passa logo após o fim do primeiro filme e se foca no temível Predalien aterrorizando e derrubando uma nave dos predadores numa pequena cidade americana no Colorado. Logo, a luta pela sobrevivência começa com um grupo de humanos tentando escapar da cidade perdida, milhares de aliens matando todo mundo e um solitário predador tentando "limpar" a infestação das serpentes. Que termine logo essa análise! Urrrggh!
 
 

Origens:

Após o sucesso de bilheteria de AVP em 2004, a Fox iniciou uma corrida para fazer uma continuação. Porém, nenhum diretor ganhou interesse no projeto, nem mesmo Paul Anderson, que estava focado na saga do Resident Evil.
 
Parecia que a continuação nunca apareceria. Mas, em 2006, dois irmãos, donos de uma empresa de efeitos visuais, apresentaram um roteiro que eles escreveram para Fox sobre a continuação de AVP. A Fox adorou o roteiro (cruzes, como é que deixaram passar isso) e deram um limite para o filme ficar pronto em 2007.
 
Os irmãos Strause eram iniciantes na área de direção, mas acreditavam que conseguiriam criar um filme que superasse até mesmo os filmes originais do Alien e do Predador (realmente viajaram nessa ideia). O filme novamente passaria na Terra, pois a Fox achava que era muito caro fazer um filme no espaço, e se focaria num bando de humanos idiotas tentando achar um jeito de escapar de toda a zona. Com a ajuda do produtor John Davis, os irmãos começaram a produção do que seria o pior filme já feito em toda a franquia (pior que Predador 2 e Alien 3). Que comece o massacre das idiotices!
 
 

Os Humanos Mais Inúteis da Terra:

Acredite! A atuação é tão ruim nesse filme que você torce para que todos morram do jeito mais nojento e cruel possível, por nos torturar com diálogos e cenas extremamente estúpidas!
 
  • Dallas Howard (Steven Pasquale): ex-prisioneiro e irmão do protagonista. Possui vários diálogos estúpidos.
  • Kelly O'Brien (Reiko Aylesworth): veterana de guerra. Tenta ser uma Ripley no filme, mas fracassa feio.
  • Edward "Eddie" Morales (John Ortiz): xerife da cidade. Tem os piores planos para sobreviver a um ataque alienígena.
  • Richard "Ricky" Howard (Johnny Lewis): entregador de pizza e o protagonista do filme. Isso mesmo, o herói desse filme é um maldito entregador (Meu Deus, me salve)!
  • Timothy "Tim" O'Brien (Sam Trammell): marido de Kelly. Inútil e morre logo cedo.
  • Molly O'Brien (Ariel Gade): filha de Kelly e Tim. A garotinha mais irritante em um filme de ficção-científica.
  • Colonel Stevens (Robert Joy): comandante da Guarda Nacional e agente da Corporação Yutani. O único personagem que presta no filme inteiro.
  • Jesse (Kristen Hager): a garota mais bonita e popular da cidade. É apaixonada pelo protagonista, mas morre de um jeito bem violento.
  • Dale Collins (David Paetkau): namorado de Jesse e um total idiota. Tem a morte mais insana do filme.
Ainda existe uma dúzia de personagens, mas todos são descartáveis e inúteis para o filme inteiro (que já não é grande coisa).
 
 
 

Velhos e Novos Aliens:

E o abuso de beijos nojentos continua ocorrendo nessas análises dessa franquia de terror. Alguém detenha essa coisa, por favor!
 
Esse é o primeiro filme onde nenhum ovo aparece. Os diretores decidiram colocar os facehuggers em jarras de vidro que os predadores usam por motivos desconhecidos. Os facehuggers possuem uma coloração mais amarronzada do que os anteriores, mas fazem a mesma coisa. Pelo menos cinco deles aparecem no início do filme e infectam alguns pobres civis na floresta e nos esgotos da cidade. Foram usados marionetes, animatrônicos e em algumas cenas eles foram digitalizados.
 
 
 
 E isso crianças é o que acontece quando vocês não se comportam em casa!
 
O chestburster retorna neste filme com a forma original de minhoca. Vários aparecem no início do filme, incluindo uma cena bem violenta envolvendo uma criança (deu bastante polêmica). A única diferença é a coloração amarronzada igual ao Facehugger. O resto continua o mesmo. Foram usados animatrônicos e digitalizados.
 
 
 
Esse é o resultado quando você tem muitos gases na barriga. Corra para o banheiro mais próximo!
 



Uma subespécie do chestburster é apresentada no filme. Se chama bellyburster e só é criado a partir do Predalien. Quando o Predalien encontra uma vítima mulher, ele imediatamente usa suas mandíbulas, como um facehugger, e infecta a pobre coitada com seis embriões. Depois de alguns minutos, os bellybursters arrebentam a barriga da mulher e saem para se desenvolver em novos aliens. Há uma cena bem grotesca no hospital, onde várias mulheres grávidas são usadas para produzir mais aliens. É bem pertubador.



Não é Jason e nem Freddy. É somente outro alien que quer brincar de matar inocentes e pessoas estúpidas.
 
Os aliens retornam com a forma original do segundo filme (Aliens, o Resgate). São grotescos e violentos. Possuem uma coloração escura (tão escura que em algumas cenas não dá nem pra ver o que está acontecendo). Mesmo ameaçadores esses são os aliens mais fracos de todos. O Predador mata centenas deles, enquanto que os humanos idiotas matam também vários com grande facilidade. Em algumas cenas eles foram digitalizados, mas o resto foi feito usando pessoas fantasiadas (mas foi tão mal feito a roupa da criatura que você acaba vendo o pobre coitado tentando se locomover de uma forma patética e até hilária).
 
 
 
Finalmente o Predador encontra alguém a sua altura. Não estou falando do Batman!
 
Finalmente chegamos no vilão dessa história: o Predalien. O Predalien é um alien que nasceu de um predador infectado. Possui várias característcas físicas do seu hospedeiro como as mandíbulas na boca, os cabelos na cabeça e uma incrível força. Ele também adotou alguns instintos do predador como arrancar a coluna vertebral de suas vítimas como esporte. A criatura é a única capaz de enfrentar o predador cara-a-cara. Porém, esse alien não um qualquer. Na verdade esse Predalien é uma pretoriana, uma rainha jovem, graças a sua carapaça que fica em sua cabeça. Como ainda não tem capacidade de produzir ovos, o Predalien tem a habilidade de infectar humanos usando sua boca como um facehugger. Mas, ao invés de um embrião, ele coloca seis embriões para aumentar a população de aliens mais rapidamente. O design da criatura é fenomenal. Foi usado uma roupa para a maioria das cenas (e essa roupa funciona perfeitamente em comparação aos outros aliens) e em outras cenas a criatura foi digitalizada. É o único alien que realmente causa certa tensão no filme.
 
 

Um Caçador Veterano:

Esse é talvez o Predador mais FDP que já tenha aparecido num filme! Todos vão sofrer diante de tal guerreiro!
 
Aparecem vários predadores no filme, mas só um é o principal. O nome dele é Wolf e ele é um veterano de outras caçadas. Seu rosto é deformado. Não tem uma mandíbula, é cego de um olho e metade de seu rosto é queimado por causa do ácido dos aliens. Possui um dos designs mais irados de todos os predadores até agora. É cruel e não perdoa ninguém no filme inteiro. Possui uma grande quantidade de equipamentos destruidores que aniquilam vários aliens e humanos. Mas, é durante essa missão de limpeza que ele encontra um adversário à altura: o Predalien, considerado uma abominação na sociedade do predadores que precisa ser imediatamente eliminado. Foi usado uma fantasia na maioria do filme e só em algumas raras cenas foi usado uma versão digitalizada do caçador.
 
 
E quem diz que não pode haver uma civilização avançada além das estrelas!
 
A parte mais legal do filme é a apresentação do mundo dos predadores. Na imagem acima podemos ver que o mundo é bem quente (veja os rios de lava), possui cidades avançadas com prédios bem altos e é possível até mesmo ver uma pirâmide do primeiro filme no canto direito. Também presenciamos um salão de máscaras de vários predadores (mas só Wolf aparece na cena) e uma nova nave (que parece um prego) é apresentada. Foi esse breve momento que o filme ficou interessante. Porém, o resto do filme é só porcaria atrás de porcaria.
 
 
 

Análise Crítica:

AVPR é um filme muito, mas, muito mal feito e dirigido. A história é inexistente. Os personagens são os mais inúteis de toda a franquia. Só sabem fazer planos idiotas e morrer com facilidade (obrigado!). As atuações são péssimas. E os diálogos são sem noção e estúpidos. Nem mesmo os aliens escapam. Tirando o Predalien e o Predador, o resto é descartável, nem deveriam estar nesse filme. Os diretores também decidiram por algum motivo desconhecido fazer cenas com tanta pouca iluminação que é impossível ver o que está acontecendo. A violência é pesada e explícita, mas genérica e simplesmente utilizada de uma forma desnecessária (foi feita desse jeito só para agradar os fãs que odiaram o filme anterior por ter sido muito leve na violência). O roteiro é cheio de tantos buracos que mais parece a Lua! Mas, o filme tem alguns pontos altos (que não o salvam do desastre que foi): tem efeitos especiais fantásticos (porque será), uma música agitada e épica (quando quer ser) e designs interessantes para o Predalien e o Predador. De uma forma geral, evite ver esse filme e use seu tempo para outros filmes mais épicos. Fique o mais longe possível desse filme, pois acabará com seus sonhos de ver uma continuação (que nunca aconteceu).
 
 
 

Curiosidades:

  • Originalmente o chef da cozinha da lanchonete seria interpretado por Bill Paxton. O objetivo da presença do ator era de fazer uma referência aos segundos filmes da franquia Alien e Predador que Paxton participou. Porém, a ideia foi deixada de lado (ainda bem!).
 
  • De início, havia a ideia de mostrar o mundo dos aliens. Mas, tal conceito foi deixado de lado para um futuro terceiro filme (que parece cada vez mais distante!).
 
  • Durante os 5:00 minutos do filme avistamos o planeta dos predadores. Foi a primeira vez que esse mundo foi apresentado num filme da franquia AVP e Predador.
 

NOTA FINAL - 4 (AVPR é o pior filme de todo o Universo Alien e Predador. Fique o mais longe possível desse filme, mesmo se você é ou não um fã dessa saga. Mesmo tendo incríveis efeitos especiais e músicas épicas o resto é puro lixo. Nada presta pelo filme inteiro e possui uma leve conexão com o filme anterior. Se você ainda quer ver essa bagaça, recomendo que tenha paciência, pois ficará bastante nervoso com as ideias estúpidas que os diretores fizeram para o filme. De um modo geral, evite esse filme e veja outros da saga que sejam melhores que essa porcaria que nunca deveria ter sido aprovada).

 

Bibliografia:







As Maiores Batalhas e Guerras da História - A Guerra dos Mascates

 

As Maiores Batalhas e Guerras da História

A Guerra dos Mascates

(1710-1711)

Ilustração mostrando o conflito entre Recife e Olinda.
 
Facções: Senhores Rurais de Olinda (Bernardo Vieira de Melo) x Mascates de Recife (Sebastião de Castro Caldas Barbosa)

Forças: Desconhecidas.

Perdas: Desconhecidas.

Resultado: Vitória Mascate; Recife se torna o principal centro comercial do Nordeste.

Local: Litoral de Pernambuco.
Seta Azul (Ataque Mascate) e Seta Vermelha (Ataque dos Senhores Rurais)
 
A Guerra: No início do século XVIII houve uma guerra pelo comércio brasileiro em Pernambuco entre os senhores de engenho de Olinda contra os comerciantes portugueses de Recife, apelidados de mascates.
 

Os fazendeiros de cana-de-açúcar de Olinda se consideravam homens leais à Coroa portuguesa por terem contribuído na expulsão dos holandeses de Pernambuco e se intitulavam como a "nobreza da terra". No final do século XVII, o preço do açúcar caiu no mercado internacional. No início do século XVIII a queda do preço do açúcar era total e Olinda ficou desvalorizada. Porém, os comerciantes portugueses de Recife estavam prosperando e tinham o apoio do rei Dom João V.

Com a Coroa apoiando Recife, os senhores de Olinda decidiram bloquear a vinda dos mascates de Recife para a câmara municipal de Olinda. Como retaliação, Dom João V criou uma câmara municipal em Recife e humilhou Olinda. Com essa ação, Olinda perdeu interesse e suas plantações de açúcar aumentaram de preço ou morreram. Para piorar a situação em Olinda, os senhores de engenho começaram a pedir por ajuda financeira para Recife.

Em 1710, após a demarcação entre os municípios, teve início a guerra. Comandados por Bernardo Vieira de Melo e Leonardo Bezerra Cavalcanti, os nobres de Olinda atacaram Recife. Depois de um brutal combate pelas ruas da cidade, os mascates foram expulsos de Recife, juntamente com o governador, ferido na perna. Mas, em 1711, os mascates se reagruparam e atacaram Olinda. A cidade foi parcialmente destruída e as fazendas de cana queimadas. Para acabar com o conflito em Pernambuco, um novo governador foi eleito e junto com tropas portuguesas retomou Recife e puniu os mascates pela destruição de Olinda.
 
No fim, os mascates sairam vencedores quando a Coroa transformou Recife na capital de Pernambuco. A guerra trouxe o fim do poder dos senhores de engenho no Nordeste, mas a rivalidade entre Olinda e Recife continuaria até a Revolução Pernambucana de 1817.
 
 
Não há curiosidades.
 

Bibliografia:

As Maiores Batalhas e Guerras da História - A Guerra dos Emboabas

 

As Maiores Batalhas e Guerras da História

A Guerra dos Emboabas

(1708-1709)

Bandeirantes paulistas avançando para o interior de Minas Gerais durante o conflito.
 
Facções: Bandeirantes Paulistas (Borba Gato) x Emboabas (Manuel Nunes Viana).
 
Forças: Desconhecidas.
 
Perdas: Desconhecidas.
 
Resultado: Derrota dos paulistas; Criação das Capitanias de São Paulo e Minas de Ouro (atual Minas Gerais).
 
Local: Minas Gerais.
 
Setas Vermelhas (Invasão Portuguesa); Setas Azuis (Contra-ataque Paulistano); Setas Roxas (Invasão Emboaba); Cruzes Pretas (Batalhas).
 

A Guerra: Desde o descobrimento do Brasil pelos portugueses, estes sonhavam em encontrar uma terra cheia e rica em ouro. As primeiras expedições em busca de tais pedras preciosas começaram no século XVII em Piratininga (atual São Paulo). Dali, os paulistanos se espalhavam pelo imenso interior brasileiro e estabeleciam vilas e postos avançados. Só foi em 1698, que os bandeirantes paulistas encontraram o que procuravam. Uma enorme área rica em ouro e outras pedras preciosas. Sobre o comando do bandeira Antonio Dias de Oliveira, os bandeirantes estabeleceram uma grande vila chamada de Vila Rica (atual Ouro Preto) para iniciar o processo de mineração.

É claro que a notícia sobre a descoberta de ouro em Minas se espalhou pelo Brasil e alcançou Portugal. Com isso, milhares de portugueses e brasileiros de outras regiões iniciaram uma imensa corrida por essa riqueza rara. Os paulistas odiaram a vinda desses "forasteiros" na região que eles encontraram ouro e começaram a chamar esses intrusos de emboabas que quer dizer estrangeiros na língua tupi. Também significava "aves com penas até as pernas" uma alusão sobre as botas que esses emboabas usavam. Os bandeirantes paulistas não usavam botas.

O líder dos paulistas era o superintendente das minas, Manuel de Borba Gato. Já os emboabas criaram seu próprio governo, liderado pelo português Manuel Nunes Viana, um poderoso dono de gado e contrabandista da Bahia. Em 12 de Outubro de 1708, Borba Gato ordenou a retirada de Viana do território paulista. Viana desobedeceu e lançou um ataque surpresa contra um posto paulista em Sabará. Ao mesmo tempo que atacava os paulistas em Sabará, um segundo grupo de emboabas atacava uma tropa de reforço paulista em Arraial da Ponta do Morro (atual Tiradentes). Após a batalha pelo Arraial, o líder emboaba Amaral Coutinho executou todos os 300 paulistas capturados num local que ficou conhecido como o Capão da Traição.

Os paulistas até tentaram enviar uma tropa com 1300 homens, mas nunca chegariam a Minas. A guerra continuou até que tropas portuguesas do Rio de Janeiro invadiram a região e forçaram os emboabas a voltarem para a Bahia. Com a retirada do emboabas, os portugueses confiscaram todas as terras dos paulistas e expulsaram suas famílias de Minas. Mas, os paulistas tiveram uma segunda chance quando acharam mais jazidas de ouro no Mato Grosso.

Quem acabou se dando bem nesse conflito foi Portugal. Em 11 de novembro de 1709, as capitanias de São Paulo e Minas de Ouro eram criadas e administradas pelo general português que venceu o conflito, Antonio de Carvalho. A capitania de Minas de Ouro ficou sobre total controle da Coroa portuguesa e esta começou a regulamentar o quinto, o imposto pago pelos brasileiros para Portugal na exploração do ouro.
 

Curiosidades:

  • A minissérie da Globo "A Muralha" (2000) se passa durante o conflito e é focada nos habitantes de uma vila que é pega no meio de uma batalha entre bandeirantes e emboabas, e mostra as consequências do conflito com a vida dessas pessoas inocentes.
 

Bibliografia:

As Maiores Batalhas e Guerras da História - A Grande Guerra do Norte

 

As Maiores Batalhas e Guerras da História

A Grande Guerra do Norte

(1700-1721)

Tropas suecas deixam suas trincheiras para atacarem as posições russas em Poltava.
 
 
Facções: Império Sueco e Aliados (Carlos XII) x Império Russo e Aliados (Pedro I).

Forças: 85.000 suecos e aliados x 260.000 russos e aliados.

Perdas: 25.000 suecos e aliados mortos e feridos; 75.000 russos e aliados mortos e feridos.

Resultado: Vitória da Coalizão Russa; Império Russo se torna a nova potência militar na Europa; Declínio do Império Sueco e do Reino Polonês.

Local: Europa Central e do Norte.

Área Azul (Império Sueco); Áreas Roxas (Aliados da Suécia); Área Vermelha (Império Russo); Áreas Marrons (Aliados da Rússia); Cruzes Pretas (Batalhas).
 
A Guerra: Entre o fim do século XVII e o início do século XVIII, a Suécia era a mais poderosa nação militar da Europa e a mais forte na economia do Báltico. Por causa de sua intervenção na Guerra dos Trinta Anos, a Suécia tinha um pequeno e profissional exército de uma população de 1 milhão de habitantes e o controle total das rotas marítimas do Báltico.
 
Quando Carlos XII, ainda um garoto de 15 anos, assumiu o trono sueco, os países vizinhos se juntaram numa coalizão para esmagar o poderio militar sueco e transforma-lo num reino pequeno e pobre. Os líderes da coalizão foram Frederico IV da Dinamarca, Augusto II da Polônia e Pedro I da Rússia. A guerra teve início com o cerco polonês em Riga e o cerco russo em Narva no ano 1700. Porém, o velhos líderes europeus subestimaram a capacidade militar do jovem imperador sueco.
 
Carlos XII era um gênio militar e um megalomaníaco. Atacou a Dinamarca e capturou Copenhague, forçando aquele reino a se render. Os suecos então entraram na Rússia, levantaram o cerco em Narva e humilharam os russos numa épica batalha perto da cidade. Logo depois, Carlos salvou Riga do cerco polonês e invadiu a Polônia, cercando as cidades de Varsóvia e Cracóvia. Em 1703, os suecos venceram os poloneses em Pultusk e forçaram o reino a se render. Mas, Augusto II conseguiu escapar e obter asilo na Saxônia.
 
Em 1707, Carlos deixou a Suécia com 80.000 homens e invadiu a Rússia. Tentou tomar Moscou, mas teve que recuar para a Ucrânia durante o rigoroso inverno. Em 1709, Carlos resumiu seu avanço, mas foi derrotado pela primeira vez por Pedro I, o Grande, em Poltava. Carlos sobreviveu ao combate e com 1.800 homens alcançou os limites orientais do Império Otomano. Lá, o imperador sueco convenceu os otomanos a iniciarem uma campanha militar contra a Rússia. Turcos e russos se enfretariam por dois anos no Cáucaso, enquanto a Suécia se recuperava da derrota em Poltava. Porém, com a rápida derrota turca, Rússia reconstruiu sua coalizão contra a Suécia adicionando mais dois reinos: a Saxônia e Hannover.
 
Augusto II, liderando um grande exército alemão, retomou a Polônia dos suecos em uma violenta campanha. Em 1714, Carlos aceitou a derrota na Polônia e retornou para a Suécia, onde incentivava ainda mais a população a apoiar a guerra. Em 1718, Carlos invadiu a Noruega, na época o maior território da Dinamarca, e cercou a cidade de Fredrikssten. Porém, o imperador sueco foi morto por um tiro no peito e a invasão sueca fracassou.
 
De 1719 a 1721 a Suécia assinou os Tratados de Estocolmo e de Nystad com a Rússia e seus aliados. A Suécia foi obrigada a entregar todos os seus territórios para a Rússia e desmantelar seu poderio militar. Aproveitando a vitória, Pedro I construiu a cidade de São Petersburgo e transferiu o poder do czar para lá. Assim, a Rússia se tornava a mais nova força militar na Europa e a Suécia se transformava num país pacífico e sem seu poder militar avançado.
 

Curiosidades:

  • No filme russo de 2007, O Servo do Soberano, a Batalha de Poltava é o epicentro da história e muito bem construída para uma guerra meio esquecida na História.
 
  • As trincheiras foram introduzidas pela primeira vez nessa guerra.
 

Bibliografia:



Terror no Espaço - Curiosidades

 

O Super Facehugger

Isso é o que você encontra quando está limpando a cozinha à noite!
 
 

O Super Facehugger é um tipo muito raro do Facehugger normal. Ele é um pouco maior e possui uma poderosa carapaça. Ele tem a capacidade de carregar dois embriões: uma Rainha e um Alien normal.

Seu objetivo é de salvar a ninhada caso o ninho anterior ou a rainha local foram destruídos. Ele primeiro infecta alguém com o embrião da Rainha. Enquanto ela se desenvolve, ele infecta um segundo alvo para criar um "guardião" para quando a nova Rainha nascer e começar a desenvolver seu mais novo ninho, ela tenha algum tipo de defesa contra ameaças.

Essa criatura apareceu pela primeira vez na versão extendida do filme "Alien 3". Ele aparece bem rápido no início do filme infectando um membro da Sulaco. Depois aparece morto no matadouro da prisão após ter infectado um boi. O corpo é encontrado por um dos prisioneiros e logo depois jogado fora no lixão da prisão.

A criatura reaparece no livro "Alien - Mar de Angústia" bem nos capítulos finais, onde ataca e infecta um membro do grupo de mercenários da companhia. A criatura é capturada ainda com vida e levada para futuras pesquisas.

Nível de Perigo: Alto.

Bibliografia:

As Maiores Batalhas e Guerras da História - Guerra Civil Inglesa

 

As Maiores Batalhas e Guerras da História

A Guerra Civil ou Revolução Puritana da Inglaterra

(1642-1649)

Oliver Cromwell lidera o Novo Exército Inglês contra as forças realistas em Naseby.
 
Facções: Realistas (Carlos I) x Puritanos (Oliver Cromwell).

Forças: Desconhecidas.

Perdas: 50.000 realistas, 34.000 puritanos e 127.000 civis mortos e feridos.

Resultado: Vitória Puritana: Execução de Carlos I; Exílio de Carlos II e Estabelecimento da República de Cromwell.

Local: Reino da Inglaterra.
Áreas Vermelhas (Realistas); Áreas Azuis (Puritanos); Setas Vermelhas (Campanhas Realistas); Setas Azuis (Campanhas Puritanas).
 
A Guerra: A ideia de regicídio, o assassinato de um rei, era um pensamento assustador para os europeus no século VII. Mas, foram os ingleses os primeiros a cometerem tal ato durante a longa Guerra Civil Inglesa que assolou o reino numa briga por poder entre o rei Carlos I e o Parlamento (também conhecido como os puritanos).

Entre 1620 até 1630, o rei Carlos I entrou num violento conflito político com o Parlamento. Carlos queria novas taxas e impostos mais altos, mas o Parlamento se recusava a aceitar tais ordens. Carlos, enfurecido, dissolveu o Parlamento e decidiu governar sozinho. Porém, o rei era incapaz de administrar os impostos que ele mesmo estabeleceu e em 1640 restabeleceu o Parlamento. Em 1642, o Parlamento retirou os impostos altos e Carlos I o dissolveu pela segunda vez. Para piorar, o rei tentou prender cinco membros do parlamento, mas tal ato levou o reino a uma violenta e sangrenta guerra civil entre os Cavaleiros (homens leais ao rei) e os Cabeças Redondas (homens leais ao Parlamento).

A guerra teve início em 1642 com a Batalha de Edgehill. O rei quase venceu a luta, mas sua cavalaria perdeu tempo saqueando o acampamento inimigo. Por causa desse erro, a infantaria puritana avançou e aniquilou a cavalaria do rei após uma árdua luta. Edgehill mostrou como é que seria a guerra até a sua conclusão. Os Cavaleiros eram rápidos e letais em aniquilar o inimigo no início das batalhas, mas, por causa da alta disciplina dos Cabeças Redondas, estes conseguiriam virar a luta a seu favoor no final das batalhas. De um modo geral a situação estava crítica para os puritanos até a chegada de Oliver Cromwell. Aí tudo mudou.

 

Oliver Cromwell era um líder nato, mas extremamente severo e fiel seguidor da fé puritana. Era tão fervoroso que proibia até mesmo de seus homens xingarem. Foi responsável pela cavalaria Laterais de Ferro, mais poderosa que a cavalaria do rei. Em 1644, Cromwell venceu o rei na Batalha de Marston Moor, no norte da Inglaterra. O príncipe Rupert do Condado do Reno na Alemanha, navegou com uma força para salvar Carlos I (pois o rei inglês era seu parente). Cromwell e Rupert se encontraram em Naseby em 1645 e os puritanos saíram vencedores da luta. Porém, Carlos I conseguiu escapar para a Escócia.

Alguns meses depois, Carlos I se entregava para o Parlamento. Porém, era tudo uma armadilha. Carlos havia comprado a lealdade dos escoceses que começaram a marchar contra Londres. Cromwell não perdeu tempo e foi direto enfrenta-los na fronteira. Em 1648, Cromwell derrotou os escoceses na Batalha de Dunbar e assim o plano de vingança de Carlos I fracassava. De volta a Londres, Cromwell criou uma corte com mais de 200 homens para julgar o rei. Mas, como a maioria ainda apoiava a monarquia, o julgamento acabou demorando demais. Mas no fim, Cromwell venceu com 59 votos a favor da execução do rei. Em 1649, Carlos I era executado e a guerra civil finalizada.


Não há curiosidades.

Bibliografia: